Esta semana Jurgen Klopp e a direção do Borussia Dortmund, anunciaram numa conferência de imprensa que o treinador alemão de 47 anos, Jurgen Klopp, que estava no Dortmund desde 2008 vai abandonar o clube no final da época. Mesmo tendo ainda mais 3 épocas de contrato por cumprir. Klopp chegou ao Dortmund numa fase complicada, o clube alemão passava por uma péssima fase financeira e desportivamente sentia-se as fragilidades do clube que esteve quase a fechar as portas. Após a chegada de Klopp e resolvidos os problemas financeiros o Dortmund começou a criar uma boa equipa, entrada de bons jogadores como Hummels, Subotic, Lewandoski, Sahin, Gundongan, e a aposta na prata da casa, como o caso mais flagrante, o de Mario Gotze, que hoje está no rival Bayern de Munique. Klopp e o Dortmund, sempre construíram os seus planteis nos últimos anos com gente jovem mas muito talentosa, ora contratando internamente ou fora da Alemanha. Lewandoski, por exemplo, veio do Lech Poznan, e Klopp fez dele um avançado de excelência. Fizeram também regressar Marco Reus, e juntamente com Gotze e Lewandoski, foi super importante na caminhada até a final de Wembley, onde perderam depois com o Bayern de Munique.
Conseguiram um bi-campeonato (2010/2011 e 2011/2012), depois do clube estar nas ruas da amargura, Klopp chegou e foi um autêntico contador de histórias, a pulso moldou os jogadores, criou condições aos jogadores para serem melhores e com um modelo de jogo que foi alvo de muitos elogios fez com que a "sua" rapaziada ganhasse dois campeonatos ao todo poderoso Bayern de Munique, que por norma, domina na totalidade o campeonato alemão, a Bundesliga. A forma de jogar do Borussia Dortmund (longe do tipo de posse do Barça) apaixonava muitos adeptos também, um tipo de jogo mais baseado na velocidade de execução, transições rápidas e pressão. Conseguiam com poucos toques chegar área do adversário e criar situações de golo. Um estilo de jogo apaixonante. O próprio numa entrevista disse que preferia um tipo de futebol mais rápido, mais louco do que o estilo mais pausado e de toque do Barcelona, por exemplo. Para ele o futebol é como um concerto de rock. É, acima de tudo, um apaixonado por futebol e por desporto. Ele ama o que faz e e atrevo-me a dizer que é um apaixonado pelo clube que treinou durante estas 7 épocas. Se não o era antes, é agora. A forma efusiva como festeja os golos, como festeja as vitórias, como repreende ou simplesmente incentiva os seus jogadores é fenomenal, único no futebol mundial... E nem os árbitros escapam. Certamente que os adeptos do BVB vão ter saudades dele. Mesmo saindo com uma época menos conseguida como esta a ser esta época. Atípica. Mas, a cultura dos adeptos por lá é diferente e não esquecem com facilidade o que ele já os fez conquistar. Não vai ser a mesma coisa ver o Dortmund sem ele.
E o futuro? Ainda não é conhecido, apesar dos rumores já circularem sobre potencias clubes que o gostavam de ter, como o Manchester City e o Real Madrid. São dois clubes distintos. Mas, Klopp, encaixava bem em qualquer um deles. Para o Dortmund, Tuchel, poderá ser o sucessor. Mas até final da época ainda muita tinta vai correr e veremos se o BVB ainda consegue conquistar a Taça (joga nas meias final com o Bayern), e consegue atingir um lugar europeu. Estão em 10º a 6 pontos do Augsburgo, que é o "último" das equipas em lugares europeus, neste caso a Liga Europa.
Danke, Klopp.
Conseguiram um bi-campeonato (2010/2011 e 2011/2012), depois do clube estar nas ruas da amargura, Klopp chegou e foi um autêntico contador de histórias, a pulso moldou os jogadores, criou condições aos jogadores para serem melhores e com um modelo de jogo que foi alvo de muitos elogios fez com que a "sua" rapaziada ganhasse dois campeonatos ao todo poderoso Bayern de Munique, que por norma, domina na totalidade o campeonato alemão, a Bundesliga. A forma de jogar do Borussia Dortmund (longe do tipo de posse do Barça) apaixonava muitos adeptos também, um tipo de jogo mais baseado na velocidade de execução, transições rápidas e pressão. Conseguiam com poucos toques chegar área do adversário e criar situações de golo. Um estilo de jogo apaixonante. O próprio numa entrevista disse que preferia um tipo de futebol mais rápido, mais louco do que o estilo mais pausado e de toque do Barcelona, por exemplo. Para ele o futebol é como um concerto de rock. É, acima de tudo, um apaixonado por futebol e por desporto. Ele ama o que faz e e atrevo-me a dizer que é um apaixonado pelo clube que treinou durante estas 7 épocas. Se não o era antes, é agora. A forma efusiva como festeja os golos, como festeja as vitórias, como repreende ou simplesmente incentiva os seus jogadores é fenomenal, único no futebol mundial... E nem os árbitros escapam. Certamente que os adeptos do BVB vão ter saudades dele. Mesmo saindo com uma época menos conseguida como esta a ser esta época. Atípica. Mas, a cultura dos adeptos por lá é diferente e não esquecem com facilidade o que ele já os fez conquistar. Não vai ser a mesma coisa ver o Dortmund sem ele.
E o futuro? Ainda não é conhecido, apesar dos rumores já circularem sobre potencias clubes que o gostavam de ter, como o Manchester City e o Real Madrid. São dois clubes distintos. Mas, Klopp, encaixava bem em qualquer um deles. Para o Dortmund, Tuchel, poderá ser o sucessor. Mas até final da época ainda muita tinta vai correr e veremos se o BVB ainda consegue conquistar a Taça (joga nas meias final com o Bayern), e consegue atingir um lugar europeu. Estão em 10º a 6 pontos do Augsburgo, que é o "último" das equipas em lugares europeus, neste caso a Liga Europa.
Danke, Klopp.



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